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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Clipping do Bem: fase 2

Para a minha gratíssima surpresa, descobri esta semana que o meu álbum favorito de todos os tempos, o centro do meu trabalho de conclusão de curso na Faculdade, meu herói Asterix, ganhou uma fase 2 em sua vida.

Criado em 1969 pela dupla Goscinny e Uderzo, as aventuras de Astérix têm sido uma vitrine da civilização francesa para o mundo, desde a expressão de seus costumes e cultura, até a sua sempre forte resistência aos invasores estrangeiros (em vista da ocupação de seu território pelos romanos, no a.C., e depois durante as Guerras Mundiais) e neste momento, em um ano muito particular para os franceses.

Agora, com um dos seus criadores já no outro mundo e o outro já tendo deixado um imenso legado, cumpre a dupla Jean-YvesFerri e Didier Conrad inserir nossos queridos heróis no mundo contemporâneo ao mesmo tempo em que garantem a grande herança de Astérix: a cultura que se propaga na oralidade, através das histórias, vencendo o tempo.

No dia em que o Whatssapp caiu, não vejo a hora de pegar meu álbum e não desgrudar dele. Bons tempos.




segunda-feira, 21 de maio de 2012

A língua é subjetiva?

Esta semana começa com um novo curso: acordo ortográfico. Rendi-me a entender quais as mudanças na nossa língua para tentar minimizar um problema interessante que tenho percebido na produção de textos: a língua ficou subjetiva!

Isso mesmo! As pessoas estão confusas quanto à essas novas regras, então começam por utilizá-las, depois desistem, mais um pouco, retomam...a boa notícia é que somos forçados a consultar mais o amigo dicionário já que temos dúvidas inclusive se "colmeia" tem ou não acento.

Essa discussão é bem polêmica e para ilustrá-la, nada melhor do que conhecer um pouco sobre a história da  língua portuguesa. Não fiquem surpresos se os Celtas forem mencionados. E falando em Celtas, eis que me deparo com um novo álbum do Astérix com o título "Volta às aulas." Coincidência?
Acompanhem o vídeo!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Continuando...




Astérix, o herói gaulês, bande dessinée francesa criada por Uderzo e Goscinny em 1959, é campeã em intertextualidade. Desde os nomes dos vilões romanos, sempre em latim e com referências desdenhosas como Calígula Minus, do álbum Asterix, o Gaulês, o alienígena amigo Waldisneyano, em O dia em que o céu caiu em nossas cabeças, até o seu último lançamento em comemoração aos seus 50 anos, O Livro de Ouro, é repleto de ilustrações maravilhosas com referências à famosas obras de arte, insinuando que os irredutíveis gauleses tenham influenciado o mundo culturalmente.
De fato, os celtas, povo representado pelos moradores da vila gaulesa na Armória, influenciaram as civilizações em diversos campos como sociedade, guerras, exportação, culturas, etc.


Necessidade de conhecimento prévio até para ler HQs!
(figuras: "A Liberdade Guiando o Povo", de Delacroix, 1830 e Asterix em O Livro de Ouro, 2009)