We can learn lots of new words and expressions when studying another language, but the main problem for students is to keep that new vocabulary.
I'm going to use the blog to help you improve this ability by employing new words, giving definitions taken from Toefl Vocabulary System.
A good tip to expand that study is to take advantage of all words, terms, expressions, sounds, texts given. I'm gonna show you how to study better.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Regime
REGIME - noun: a government, usually one that is oppressive and authoritarian.
Her book discusses the various groups that opposed the Nazi regime.
by KAPLAN, Toefl Vocabulary Flashcards
Her book discusses the various groups that opposed the Nazi regime.
by KAPLAN, Toefl Vocabulary Flashcards
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Cultura Local
A FLIP, Festa Literária Internacional de Paraty, terminou. Adoro o termo festa, que denota celebração, comemorar a literatura e seus autores, comemorar a cultura. Este ano, o homenageado foi Gilberto Freyre, que mesmo para aqueles não muito interessados em literatura, nos remete aos tempos de escola com sua obra Casa – Grande & Senzala.
Estive em Paraty em duas ocasiões, nenhuma para este evento. Duas ocasiões bem diversas: na primeira, em camping em frente à praia, desfrutamos de um céu carregado de estrelas que só as cidades litorâneas nos proporcionam; na segunda, já mamãe, ficamos em pousada perto do centro histórico e ali ficou mais evidente a grande presença de gringos na cidade. Em ocasião de Copa do Mundo, eles se sentiam bem à vontade falando seu idioma enquanto aproveitavam de um desjejum bem brasileiro. Desfilavam com a camisa da nossa seleção enquanto nos observavam comemorar os gols, sempre regados de cerveja e boa comida. Eram tempos de festa junina e pudemos nos juntar ao pessoal da cidade na praça central com barraquinhas e comidas típicas, e apresentações de quadrilhas e danças regionais com grupos premiados em outros festivais de dança. Em Paraty, tudo inspira arte e tradição, mas apenas para uma minoria de turistas e alguns nativos envolvidos em atender aos turistas.
Nessa pousada, tivemos bastante contato com os funcionários, pois precisávamos usar a cozinha para preparar refeições para Ana Luisa que ainda não podia comer em restaurantes, e pude matar minha curiosidade a respeito da FLIP: como é? Vem muita gente? Como é conviver com autores e ter a cidade repleta de celebridades?
O interessante foi perceber que eles não se importam. Para as pessoas da cidade, o evento significa apenas trabalho e movimentação para uma cidade de vida pacata. A maioria das pessoas conhece menos do local do que os próprios turistas e não aproveitam das festas e da cultura oferecida, parece, exclusivamente para quem vem de fora.
Como seria bom para a população o engajamento com a cultura local já que esta é uma das principais forças da cidade. Onde estão as políticas públicas de incentivo à participação da vida cultural de Paraty como forma de renda, como profissionais, para crescimento econômico e desenvolvimento social? Não seria unir o útil ao agradável ter as pessoas trabalhando com aquilo que atrai tantos turistas, inclusive de fora do país?
Assim como o próprio Freyre trata a influencia da formação sociocultural brasileira a partir da visão distinta da casa grande e da senzala, Paraty em toda a sua concepção e arquitetura inspiram o engajamento artístico, cultural, patrimonial... É uma pena que os próprios moradores não sejam os agentes dessa ação nem do efeito.
Estive em Paraty em duas ocasiões, nenhuma para este evento. Duas ocasiões bem diversas: na primeira, em camping em frente à praia, desfrutamos de um céu carregado de estrelas que só as cidades litorâneas nos proporcionam; na segunda, já mamãe, ficamos em pousada perto do centro histórico e ali ficou mais evidente a grande presença de gringos na cidade. Em ocasião de Copa do Mundo, eles se sentiam bem à vontade falando seu idioma enquanto aproveitavam de um desjejum bem brasileiro. Desfilavam com a camisa da nossa seleção enquanto nos observavam comemorar os gols, sempre regados de cerveja e boa comida. Eram tempos de festa junina e pudemos nos juntar ao pessoal da cidade na praça central com barraquinhas e comidas típicas, e apresentações de quadrilhas e danças regionais com grupos premiados em outros festivais de dança. Em Paraty, tudo inspira arte e tradição, mas apenas para uma minoria de turistas e alguns nativos envolvidos em atender aos turistas.
Nessa pousada, tivemos bastante contato com os funcionários, pois precisávamos usar a cozinha para preparar refeições para Ana Luisa que ainda não podia comer em restaurantes, e pude matar minha curiosidade a respeito da FLIP: como é? Vem muita gente? Como é conviver com autores e ter a cidade repleta de celebridades?
O interessante foi perceber que eles não se importam. Para as pessoas da cidade, o evento significa apenas trabalho e movimentação para uma cidade de vida pacata. A maioria das pessoas conhece menos do local do que os próprios turistas e não aproveitam das festas e da cultura oferecida, parece, exclusivamente para quem vem de fora.
Como seria bom para a população o engajamento com a cultura local já que esta é uma das principais forças da cidade. Onde estão as políticas públicas de incentivo à participação da vida cultural de Paraty como forma de renda, como profissionais, para crescimento econômico e desenvolvimento social? Não seria unir o útil ao agradável ter as pessoas trabalhando com aquilo que atrai tantos turistas, inclusive de fora do país?
Assim como o próprio Freyre trata a influencia da formação sociocultural brasileira a partir da visão distinta da casa grande e da senzala, Paraty em toda a sua concepção e arquitetura inspiram o engajamento artístico, cultural, patrimonial... É uma pena que os próprios moradores não sejam os agentes dessa ação nem do efeito.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Pensamento crítico e atenção na hora da leitura.
O exercício de escrever é difícil porque logo o associamos ao trabalho de dispor as palavras conforme a mensagem que se quer passar, empregar normas da língua, além de fatores como inspiração e conteúdo.
Mas o exercício de ler não é menos complicado. É preciso deixar para trás a postura de leitor passivo. Afinal, se estamos vivendo o momento em que tudo se compartilha e as opiniões alheias são super valorizadas, é importante começar a praticar a leitura ativa, crítica.
Exemplos: o novo caderno Educação, do jornal Folha, trouxe, esta semana, a seguinte manchete: Só pública que seleciona aluna lidera Enem. O que significa isso? A revista Língua publica em sua edição de julho outra pérola do mesmo jornal, em matéria sobre a visita do presidente Lula ao Irã para afinar discurso pacifico sobre o emprego de energia atômica. Atenção ao subtítulo da matéria: Ali Akbar Salehi afirma à Folha que volta do urânio se processo fracassar desatou nó. Alguém me ajude!
Diante de frases como essas, você se sente motivado a continuar a leitura do texto? Talvez sim, devido ao quê de suspense que se instala com frases que não dizem nada; ou não, já que numa oferta de informação tão grande como a desses dias e tão pouco tempo para acompanhá-las, um titulo tão nada a ver nos leve ao provável abandono do texto e, por conseqüência, da informação.
A falta de espaço nos meios de comunicação e a linguagem de internet estão encolhendo o entendimento das noticias; encolherão, também, o senso crítico de receber essas notícias?
Mas o exercício de ler não é menos complicado. É preciso deixar para trás a postura de leitor passivo. Afinal, se estamos vivendo o momento em que tudo se compartilha e as opiniões alheias são super valorizadas, é importante começar a praticar a leitura ativa, crítica.
Exemplos: o novo caderno Educação, do jornal Folha, trouxe, esta semana, a seguinte manchete: Só pública que seleciona aluna lidera Enem. O que significa isso? A revista Língua publica em sua edição de julho outra pérola do mesmo jornal, em matéria sobre a visita do presidente Lula ao Irã para afinar discurso pacifico sobre o emprego de energia atômica. Atenção ao subtítulo da matéria: Ali Akbar Salehi afirma à Folha que volta do urânio se processo fracassar desatou nó. Alguém me ajude!
Diante de frases como essas, você se sente motivado a continuar a leitura do texto? Talvez sim, devido ao quê de suspense que se instala com frases que não dizem nada; ou não, já que numa oferta de informação tão grande como a desses dias e tão pouco tempo para acompanhá-las, um titulo tão nada a ver nos leve ao provável abandono do texto e, por conseqüência, da informação.
A falta de espaço nos meios de comunicação e a linguagem de internet estão encolhendo o entendimento das noticias; encolherão, também, o senso crítico de receber essas notícias?
quinta-feira, 15 de julho de 2010
How to... Insult and being polite
[You] speak an infinite deal of nothing.
Taken from: The Merchant of Venice by Shakespeare.
Have fun at www.tinyurl.com/l81s
Basic Rules
We never use an adverb between the verb and the object. Example: We often play basketball/ We play often basketball (wrong).
If there’s more than one adverb in a sentence, the order is normally MANNER, PLACE, TIME.
Peter sang the song happily in the bathroom yesterday evening.
Good tip is to read aloud the sentence after you write it. If it sounds weird for you, there’s probably a mistake on positioning.
Source: http://www.englisch-hilfen.de/en/grammar/adverbs_position.htm
If there’s more than one adverb in a sentence, the order is normally MANNER, PLACE, TIME.
Peter sang the song happily in the bathroom yesterday evening.
Good tip is to read aloud the sentence after you write it. If it sounds weird for you, there’s probably a mistake on positioning.
Source: http://www.englisch-hilfen.de/en/grammar/adverbs_position.htm
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Building up vocabulary
Let's start by the adverbs we used in the text:
Recently: in the not to distant past, not long ago.
I have always been very healthy, but I recently started feeling sick.
Notice the positioning of that adverb in the sentence.
Recently: in the not to distant past, not long ago.
I have always been very healthy, but I recently started feeling sick.
Notice the positioning of that adverb in the sentence.
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