sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Rumos da Educação parte 2

Iniciei um curso esta semana e vou dividir aqui as discussões propostas lá. Educação à distância, sociedade do conhecimento, transformações na concepção educacional serão alguns temas abordados. Para iniciar, nada melhor do que um vídeo sobre o retrato da educação nos dias de hoje (e é bom explicar que é o retrato dos dias de hoje, pois poderia totalmente ser confundido com o retrato do passado). A ideia é compartilhar e expandir com a Aprendizagem Colaborativa.

Ótimo final de semana para todos!

Denise.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Meeting people in a another country

Family Album USA helps students with very simple structures in English but very difficult situations when you are in a different country. We all know that the language we use in class is totally different from what we face when dealing with English as first language.
Try paying attention to how they commmunicate when first meeting someone and structures used as "My name is...", "I appreciate your help", "here you are". Point out if you found anything different in this dialogue.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Pensamento sobre Educação e seus rumos

Recebi este vídeo justamente hoje que vim discutindo essas mesmas questões com meu marido, pela manhã, e, logo depois, com colegas, no trabalho: O estudo deve ser para você, como construção do seu comportamento e da pessoa que você se tornará, não deve ser encarado como instrumento de promoção profissional. Porque, muitas vezes, (senão a maioria), não o é!

A demonstração disso está na primeira parte do vídeo em que se explica como foi concebido o conceito de educação e que ainda hoje é a base de todo processo: STUDY - WORK HARD - DO WELL - JOB. Daí a ideia das pessoas que foram ótimos alunos terem assegurado ótimos empregos com ótimos salários, separando-se do outro grupo, o dos maus alunos, que não conseguiram empregos nem dinheiro. Essa fórmula realmente se aplica?

Outra abordagem por demais interessante é sobre o distúrbio de déficit de atenção, crianças hiperativas, tão comuns hoje nas escolas e nas famílias. Segundo o vídeo, o problema do conflito entre essas crianças e a escola é que as crianças evoluiram; a escola, não.

A minha pergunta como educadora é: você está estudando para você, segundo os seus interesses ou segundo interesses da empresa onde trabalha? Você acredita que não está sendo promovido porque não se capacita apropriadamente com as tendências de cursos do mercado onde está inserido?

Outra reflexão: será essa a razão de você estudar inglês tantos anos, já ter feito inúmeros cursos com os mais diversos métodos e ainda não conhecer a língua?
Aproveitem o vídeo.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Língua, História e Festa Junina

Quanto tempo! E volto fazendo repostagem (rs). Isso porque tivemos longos ensaios para quadrilha da nossa festa junina que acontece hoje, 10 de junho, e em um desses ensaios o puxador da quadrilha (pois é, essa figura existe, assim como o puxador de samba) não entendia que expressão era aquela "changez", que já estava adaptado em seu roteiro como "sangê", e que entre os integrantes da tradicional dança popular já tinha se tornado "san diego".

Daí eu me lembrar da postagem que fiz a respeito da influência francesa na nossa dança junina e este termo "changez" faz parte dessa história. Nesse referido momento, as damas devem mudar de par, ou seja, trocar de parceiro de dança, ou seja, elas fazem um "changer"! Curiosidades da língua e da história, aproveitem o texto!!

Este mês, e até o próximo, são marcados pelas tradicionais festas juninas. Você sabia que a quadrilha é uma dança trazida pela corte francesa ao Brasil e daí suas expressões como balancê (balancer), anavan (en avant), returnê (retourner) e tur (tour)?


Outra curiosidade da influência cultura francesa é a contagem do jogo de tênis. Para os amantes do esporte e que agora estão acompanhando um dos torneios mais importantes da temporada, Wimbledon, veja que interessante:

Já o nome do jogo, tennis é uma corruptela do francês tenez (pegue); quem acompanha os jogos sempre ouve o juiz de cadeira gritar "Love" para a contagem zero. Assim 15-0 é fifteen-love.

Love, neste caso, é uma outra corruptela do francês l'ouef (ovo), devida provavelmente à semelhança entre o algarismo zero e a forma de um ovo.



quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Palavras e terminações e derivações

“Pobre de mim quando você adolescer”. Esta frase foi extraída da coluna de Pasquale Cipro Neto hoje, na Folha, tratando sobre a palavra adolescente e sua derivação do verbo adolescer. Foi perfeita pra mim, afinal, Ana Luisa tem feito muito “arte” como ela mesma gosta de dizer, com aquele “ti” no final que fica tão gostoso de ouvir nos bebês e eu já posso pensar mesmo “pobre de mim quando ela adolescer”.


Na verdade, isso tudo começou com a infindável discussão sobre como devemos chamar Dilma, “presidente” ou “presidenta”. Esta questão será polêmica até o fim do mandato? Deu discussão no Senado, quando Marta Suplicy resolveu corrigir Sarney ao se referir à Dilma como “presidente”. De fato, discussão importante essa.

Voltando aos adolescentes, esses serão meninos e meninas, assim como os valentes, também citados pelo Professor, o que me fez lembrar que esta semana fui fazer uns exames em um laboratório e um garoto, devia ter uns sete anos, ostentava um adesivo com os dizeres: “sou valente, fiz todos os meus exames!” Adorei.

Conhecer a pronúncia é importante?

Grande dificuldade ao aprender uma língua é pronunciar as palavras. É detectada logo, quando o aluno é posto à prova ao enunciar algumas frases e piora quando ele tem que formular e enunciar suas próprias idéias.


Um tempo atrás, fui tentar fazer um self-study em alemão. Percebi que tinha adquirido um bom vocabulário e até bom entendimento estrutural, mas desisti logo por falta de um guia de pronúncia. Impossível estudar um idioma sem isso!

O exercício de “Listening” demonstra o grande conflito entre aquilo que está escrito e aquilo se escuta. O aluno muitas vezes não consegue obter informações sobre o que está ouvindo e depois, quando lhe é apresentado o “tapescript”, não acredita que não conseguiu entender tal frase/diálogo/colocação. Ele pergunta: “era isso”?

Era isso mesmo e continua sendo já que poucos cursos de línguas dão a devida importância à pronúncia das palavras. E quando falamos em pronunciar palavras, devemos tratar de tudo que isso envolve como tonicidade, blendings, sons que não são pronunciados.

Essa questão nem é tão estranha quando pensamos que nós, falantes da língua portuguesa, não aprendemos fonética na escola. Eu fui ter minha primeira aula de fonética na faculdade, uma lição dentro do curso de Linguística. Ainda bem que escolhi este curso, não?

Eis algumas técnicas para aprender e melhorar pronúncia (meus alunos adoram!):

1- Escrever como se fala. . Exemplo: “How do you do” é pronunciado “rauriudu” (essa eu aprendi na última escola que lecionei);

2- Destacar tonicidade com letras garrafais como “DAN gerous” e se pronuncia “dendgeres”;

3- Repetir a pronúncia da palavra com dicionários (student’s Best friends) e aplicá-las dentro do contexto de suas próprias idéias;

4- Ler os textos em voz alta. Ajuda a detectar problemas com pronúncia além de problemas estruturais (especialmente se o texto foi escrito por você);

5- Gravar a sua voz quando lê algo no idioma. Pode ser um pouco constrangedor, mas esse é, com certeza, um excelente meio de identificar e praticar pronúncia.

Recomendo:

Forvo – dicionário colaborativo online de pronúncia - http://pt.forvo.com/

Audacity – editor e gravador de áudio livre - audacity.sourceforge.net

Whaddaya Say? Guided Practicein Relaxed Speech by Nina Weinstein

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011