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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Resultados de aprendizagem no idioma inglês

Um dos grandes em ensino de inglês no mundo, a Pearson, divulgou esses dias um estudo que publicou em outubro passado sobre a padronização dos resultados em proficiência de aprendizagem da língua inglesa.

Após anos de dados coletados junto aos professores, alunos e feedback de  seus materiais, eles montaram uma escala que orienta o nível de inglês em que se encontra o aluno e qual o nível de progresso a ser atingido e isso para todas as quatro habilidades.

Sensacional! Esses dados de escala que servem para orientar e padronizar os cursos de inglês e seus objetivos, além de medir os seus resultados serão fundamentais para alavancar a nossa conquista com este idioma.

Uma outra pesquisa divulgada uns anos atrás por outro grande no ensino de idiomas, a EF, que classificou os povos não falantes de língua inglesa por sua proficiência neste idioma, colocou o Brasil perto da 50ª posição, com uma proficiência classificada como ruim.

Já coloquei neste Blog, baseado em dados desta mesma pesquisa, o panorama do nosso país no quesito ensino de inglês: somos campeões mundiais em escolas e franquias de idiomas! A pergunta que não quer calar é como somos tão ruins em um idioma tão ensinado em nosso território?

Os cursos de inglês das escolas brasileiras obedecem critérios próprios e na maioria baseados no modelo dos anos de 1970, quando as primeiras franquias chegaram por aqui: gramática, estrutura, linearidade. Novas escolas foram e vão surgindo, mas nenhuma que saia desta caixinha. A própria educação básica, que por lei oferece este curso desde os anos iniciais, não conseguem, mesmo depois de 10 anos de estudo, formar alunos nem perto da fluência no idioma.

A língua não é algo estático e racional, não existe bem uma lógica a ser seguida para aprendê-la mais 
ou menos. Isso pode ser explicado pela minha filha de 6 anos, que possui um vocabulário invejável, entonação e sintonia perfeitas quando usa palavras em suas frases e, no entanto, nem ainda é alfabetizada.

Devemos mudar nossa abordagem como alunos e sermos atores principais na nossa aprendizagem. Saia da caixinha. Escolha o curso com o seu perfil de aluno e acompanhe o seu progresso. Única forma de sermos um pouco melhores que ruim.

A Ediomas e-Learning trabalha com perfis de aprendizagem, cursos customizados alinhados aos objetivos traçados e gerenciamento de resultados que cobrem toda a participação do aluno em seu curso: suas atividades, suas aulas online, seu comportamento com o idioma em cada uma das habilidades.




terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

O futuro do aprendizado é aprender a criar valor



Estou para iniciar um curso pela Future Learn na próxima semana. Assim como a Coursera, a Future Learn oferece a sua plataforma para diversas instituições de ensino ministrarem cursos a distância para o mundo todo.

Para o mundo todo que sabe inglês.

Este curso chamado Digital Leadership: creating value through technology vai disponibilizar durante quatro semanas noções sobre como aplicar a tecnologia correta no seu negócio e como criar para si um perfil de um líder digital já que estamos tratando cada vez de um meio virtual e global de negócio.

Informação importante e atuante. Vou compartilhar aqui no blog as minhas impressões sobre este curso.

Outra coisa que me chamou a atenção foi o nome: agregar/criar valor. Nessa situação atual em que serviços, produtos e políticas são aplicados e oferecidos da pior maneira (tudo caro, tudo ruim, tudo faltando, tudo mal-feito), pensar em criar e oferecer algo de valor é realmente uma curva no rumo das coisas, um bom desvio, “a beacon of light”.

“A beacon of light” para aqueles que não desistem de oferecer o seu melhor naquilo que fazem todos os dias.

Have a great week!!

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Eu concordo!

Para poder ampliar nosso potencial de comunicação, nada melhor do que manifestar nossa opinião em concordar ou discordar.

Na língua inglesa, algumas regras se aplicam além do "I agree" ou "I disagree".

Da uma olhada neste mapa mental e divirta-se!








segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Ediomas e-learning Clinic: Faça aulas no carro, em casa, no trabalho.

A Ediomas e-learning combina a educação e a tecnologia, usando a internet como fonte difusora não só de informação, mas de conhecimento, educação, disponibilizando conteúdos de abordagem comunicativa multidisciplinares a qualquer hora, em qualquer lugar.

Modernizar, personalizar, chegar lá... é o que estamos oferecendo. 
Aqui você sugere conteúdos, faz quantas aulas online quiser e puder! Tudo trabalhado em concordância com os seus objetivos.

E falando em "quantas aulas puder", utilize as clínicas da Ediomas e-learning. São horários disponibilizados para os nossos alunos acrescentarem aulas aos seus planos de estudo. 
Temos horários de plantão em que tratamos de temas específicos da língua (como exercícios de pronúncia, situações comunicativas, entre outras) ou um tema específico para você (job interviews, presentations, atividades do seu curso, ...)

Confira os horários no Skype a aproprie-se do conhecimento!

Mondays (7:30 to 8:30am/ 11am to Midday)
Wednesdays (8 to 9am/ 3 to 4pm/ 6 to 7pm)
Fridays (8 to 9am/ 2 to 3pm)

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

How to work with your Feedback

Yes, it has always been like this: we study, we are evaluated and receive a feedback.

Nothing’s changed.

But the question I want to propose here is: how do you work with your feedback?

NLP proposes you should review a new content within a week, then two weeks, then a month, then six months, and finally you would have it learnt. Difficult?

Yes, learning English is not easy and requires a lot of hard work.

Ediomas e-learning values a lot the feedback in the learning process. The student receives the activity corrected and an audio file with comments regarding that activity.

Student is oriented to get these comments and compare the answers. Be your own mistake finder.

All answers and feedback are recorded in the Student’s Weekly Plan’s Report. Be your own organizer to review and never forget what you have learnt.


segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Inglês e Qualidade de Vida





Num desses dias ouvi alguém dizer que “qualidade de vida é o acesso àquilo que te dá prazer”. Em uma definição mais científica, “qualidade de vida é o método utilizado para medir as condições de vida”, ou “ o conjunto de condições que contribuem para o bem físico e espiritual do indivíduo em sociedade”.

Prazer, condições, bem físico e espiritual, indivíduo, sociedade: essas são as palavras-chave da parceria entre a Ediomas e-learning e o Sattvarupa Yoga e Ayurveda.

A Ediomas e-learning trabalha com perfil de aprendizagem, metas, conteúdos customizados e exclusivos, monitoria ativa e gerenciamento de resultados individualizados. Neste mês de setembro, lançamos a série de cursos de viagem: Making Hotel Reservations e Sightseeing.

A Ayurveda, medicina tradicional indiana, busca tratar o ser humano integrado à natureza, ao Cosmos, respeitando as particularidades com o diagnóstico e tratamento com as diversas terapias aplicadas para cada indivíduo. A marmaterapia é um exemplo de modalidade terapêutica da Medicina Ayurvédica que visa melhorar a circulação de Prana (energia vital) pelo corpo através de massagem e acupressão de pontos especiais. Os resultados são notados na melhora de quadros de ansiedade, depressão, insônia, entre outros.
O studio Sattvarupa alia as práticas de várias técnicas de Yoga aos conceitos do Ayurveda na busca do reestabelecimento da saúde física, emocional, mental e espiritual.

A partir do mês de Setembro, alunos da Ediomas e-learning serão presenteados com uma sessão de Marmaterapia Facial no Studio Sattvarupa Yoga e Ayurveda.

Quer conhecer mais sobre o Sattvarupa Yoga e Ayurveda? Entre aqui.


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Avaliação?!!

Talvez eu devesse falar de outra maneira ou até mudar o titulo deste post, afinal, avaliação é uma palavra temerosa para todos nós. Assim aprendemos no nosso tempo de escola, quando o professor ameaçava a classe “vocês querem que eu dê uma prova sobre isso?” – ele falava quando a turma saía da linha no comportamento – ou quando era necessário chamar a atenção para a importância do conteúdo – “pessoal, isso vai cair na prova”.

Uma pena. Porque a avaliação nada mais é do que o feedback de um trabalho; mensurar resultados é tão importante quanto executar o trabalho. E todo mundo precisa saber o que fez de errado na execução de algum trabalho... e também o que fez certo. A avaliação também demonstra aquilo que você conseguiu, os resultados positivos atingidos. E melhor ainda, uma avaliação bem feita propicia uma mudança de comportamento, autoconhecimento e consequentemente, evolução.

Os cursos da Ediomas e-learning têm buscado essa mudança de comportamento e para nossos alunos estamos montando uma avaliação cujo principal objetivo é a observação e melhoria no alcance dos nossos resultados quanto à aquisição da língua.

Com cursos personalizados, testes de inteligências e parametrização de resultados, estamos buscando expansão dos limites e barreiras que vêm delineando o ensino-aprendizagem da língua inglesa nos últimos anos. Vamos experimentar?



sexta-feira, 28 de agosto de 2015

“Online learning is not the next big thing. It is the now big thing”.

“Online learning is not the next big thing. It is the now big thing”.

Comecei o dia hoje com esta frase usada no site da Coursera para me inspirar a seguir com o curso de “Financial Evaluation” do qual sou aluna. Eu, como professora de inglês e-learning, sou ávida consumidora de cursos na mesma abordagem. Além do conhecimento novo adquirido, reflito sobre a maneira como os conteúdos estão sendo ensinados através da tecnologia e fico cada vez mais convencida do valor da frase acima: a educação online não é a grande coisa do futuro. Ela já é grande agora. Uma realidade.

Compartilho aqui então um vídeo da Porvir sobre esse assunto, listando os benefícios, os desafios e também a forma de estruturar uma educação mais acessível, contemporânea, dinâmica e de resultados usando a tecnologia.
Bom final de semana!

Denise Neves.


sábado, 22 de agosto de 2015

Currículo novo para um novo aluno?



Saiu hoje na Folha uma entrevista com o secretário de educação de São Paulo que comentou o projeto encaminhado à Assembleia nesta semana sobre flexibilizar o currículo escolar do Ensino Médio. Segundo ele, o aluno desta fase não precisa de um currículo tão estagnado e deve ter condições de se aprofundar em áreas nas quais tem mais interesse.

Eu acho uma ótima ideia.

É bem verdade que nós, brasileiros, diante de um cenário tão crítico de economia precária, desemprego e cascatas de casos de corrupção, já vemos novas propostas com olhos desconfiados.

Eu tento sair desse padrão, mas nesse caso da Educação, mesmo achando uma ótima ideia, sou bastante descrente.

Basicamente, é um plano que deixa de considerar diversas questões como as exigências do Enem para o ingresso em universidades – se disciplinas como matemática e português tiverem suas grades diminuídas, o que já é ruim vai ficar pior! No caso da língua portuguesa, já tão negligenciada em sua base, teremos alunos formados na educação básica em quais condições de aprendizagem em sua língua nativa?

Formação de professores... outro buraco negro. E para esse recheio no bolo que seriam disciplinas mais especificas e pertencentes às áreas exclusivas, a proposta do governo é a educação a distância. Hein?

EaD no Brasil está para mim como a educação bilíngue: existe, mas ninguém sabe o que fazer com ela.

E, finalmente, o fator comportamental. Estamos educando os nossos alunos para serem independentes a ponto de conhecerem os seus perfis de aprendizes e despertando interesses (o que acho mais importante) para que eles sejam capazes de escolher e executar esse novo programa de forma apropriada? Pense nisso, professor. Pense nisso, pai e mãe.


Mais um dos projetos inspirados em resolver pouca coisa. E, segundo palavras do próprio secretário, “não tenho pressa”. Vamos “sleep on it”. Por um bom tempo...

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Fórum: é difícil aprender inglês?

Assisti ao filme Splash – uma sereia em minha vida um dia desses... delícia de filme dos anos 80 e até me lembrei de uma Barbie que eu tive inspirada naquele cabelo da Daryl Hannah. Sensacional!

Bom, sendo ela uma sereia e vindo do fundo do mar, não conhece o idioma inglês, o que torna o relacionamento dela com Tom Hanks mais de tato. Rs.

Depois de uma tarde na Bloomingdales, ela assistindo àqueles televisores sensacionais de caixa colorida e botão giratório, sabe o que acontece? Ela aprende o inglês!
Como seria bom... uma tarde de TV e tudo sobre o idioma absorvido. Mas não é essa a nossa realidade, certo?

Muito se fala sobre aprender enquanto se é criança. No caso do idioma, existe uma oferta grande de escolas e cursos convencendo os pais a logo incentivarem seus filhos na vida em outra língua, mas qual a razão disso? Por que as crianças aprendem mais fácil? Por que os adultos, já em sua maturidade intelectual, psicológica, ou seja, teoricamente mais preparados, têm mais dificuldade em aprender coisas novas? Aprender inglês?

Terão as crianças a paciência e atenção necessárias para esta tarefa enquanto os adultos não têm? Afinal, aprender exige esforço, dedicação, muita prática e paciência para atingir resultados. Com os resultados atingidos, aí vem a hora da motivação para atingir ainda mais, progredir, expandir.


Nós adultos, na verdade, adoraríamos aprender assim como a sereia, sem esforço nenhum, e de preferência  enquanto fazemos outra coisa mais prazerosa e suave. Não é mesmo?



quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Cash

Interessado em dinheiro? A Ediomas e-learning lança para o mês de agosto o curso “Cash”, que trata de expressões idiomáticas com essa palavra tão conhecida e desejada.

Só clicar e aproveitar. Leia os objetivos do curso e oriente-se quanto ao conteúdo. Ao final, você terá atividades com um glossário especialmente montado para este curso.

Divirta-se!

Denise Neves.



quarta-feira, 29 de julho de 2015

Missed the boat?


Working with idioms is difficult and teaching them is always tricky for a teacher. I try to use the same technique both for me  to improve my vocabulary and learn more about the language and for my students: I use images, connections.

Miss the boat, as in the title, is an example of idiomatic expression and there’s nothing  to do with boats or water. The meaning is to have an opportunity and miss it.

But if I need to make connections to remember this meaning, I’ll leave here my line of thoughts.

Last month I saw a movie on TV called “En Solitaire”. I love French movies! There are always lots of feelings involved… and it goes: a man, a famous skipper, is about to leave on a competition around the world but something goes wrong and he believes he missed the boat. In order to keep his dream on, he asks his brother-in-law to go in his place and he accepts it. Everything is going just fine and Yann (the brother-in-law)leads the race until he has a problem with his boat and has to stop it for a few days. He finds out eventually that a boy has joined him in his boat and that could be the end of this adventure.

A great movie with a great ending. Loved it! And got me the connection I needed about opportunities and boats.


En Solitaire
Director:
Stars:




terça-feira, 30 de julho de 2013

Educação à distância


Cresce a oferta de cursos e consequente a demanda por eles na modalidade EaD. Prova disso é a estreia do caderno “educação à distância” no jornal Folha nesta segunda-feira com um pouco mais de sol e ânimo depois da semana mais fria em décadas.
Já na semana anterior, em entrevista especial com a sócia-diretora do Coursera tratou-se do acesso à educação superior avançando por meio da internet e os cursos online. O Coursera hoje tem parceria com 33 universidades internacionais e está em contato com a USP para começarem planos de cursos em português.
Significa que, tendo acesso à conexão de boa qualidade e sabendo inglês (esses cursos estão hospedados em plataformas internacionais, ministrados e com conteúdo em inglês), não haverá mais barreiras entre educação/qualificação e pessoas. É só isso?
O novo caderno sobre educação à distância começa expondo um dos grandes problemas que dificultam a consolidação desta modalidade entre os alunos: a evasão dos cursos online, apesar da “facilidade” como principal característica dessa modalidade, chega a ser maior do que nos cursos presenciais. Estranho?
A matéria também aponta razões para esse número alto de abandono de estudo e estabelece um perfil dos alunos que mais procuram esta modalidade como forma de educação/capacitação. Para as razões, temos mau planejamento tanto dos cursos que são oferecidos (em relação ao material, plataforma, falta de tutores e feedback para os alunos) quanto dos próprios alunos, que acabam por se iludirem com a facilidade de horário e deslocamento e não organizam o tempo e dedicação para realização e conclusão do curso.
No perfil, pessoas mais experientes, com mais de 30 anos, com pouco tempo para deslocarem-se e acompanhar devidamente os cursos presenciais.
Bom, penso eu que essas pessoas (mais experientes) já têm inclusive objetivos melhor definidos quanto à necessidade de cursos do que os mais jovens, então por que não conseguem seguir com o curso online?
Seria por que, em um cenário onde as pessoas estão sufocadas com trabalho, estresse, falta de incentivo do governo/empregador à dedicação de novos cursos e mobilidade que só a educação proporciona, as pessoas sintam-se atadas em dividir o tempo com lazer, saúde, família e estudo...?


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Rumos da Educação parte 2

Iniciei um curso esta semana e vou dividir aqui as discussões propostas lá. Educação à distância, sociedade do conhecimento, transformações na concepção educacional serão alguns temas abordados. Para iniciar, nada melhor do que um vídeo sobre o retrato da educação nos dias de hoje (e é bom explicar que é o retrato dos dias de hoje, pois poderia totalmente ser confundido com o retrato do passado). A ideia é compartilhar e expandir com a Aprendizagem Colaborativa.

Ótimo final de semana para todos!

Denise.